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Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre vai contribuir para reduzir a dependência do Brasil em relação aos fertilizantes importados, impulsionando o agronegócio nacional. 

O empreendimento é o maior investimento realizado atualmente no estado de Minas Gerais.  É considerado um complexo, porque sua operação inclui desde a mineração, passando pelo beneficiamento da rocha fosfática até a produção de fertilizantes para a agricultura.

O projeto permitirá ao país substituir a importação de 950 mil toneladas por ano de fertilizantes fosfatados, reduzindo assim a dependência de importações e o déficit da balança comercial do setor. A unidade de mineração já está em atividade, e as plantas químicas têm previsão para entrar em produção em 2020.  

INVESTIMENTO: 
R$ 2,6 bilhões: Maior investimento privado em MG

CAPACIDADE DE PRODUÇÃO: 

  • 1,2 Milhão de toneladas/ano de concentrado fosfático

  • 950 mil toneladas/ano de fertilizantes granulados

  • 1 Milhão de toneladas/ano de ácido sulfúrico

  • 250 mil toneladas/ano de ácido fosfórico

GERAÇÃO DE ENERGIA:
28,5 MW: Equivalente a energia consumida por um cidade de 40 mil pessoas.

1,2 mil

empregos diretos e contratados (operação)

 

3,5 mil

empregos no pico de obra (implantação)

ENTENDA O QUE É UM COMPLEXO MINEROINDUSTRIAL

DO MINÉRIO AO FERTILIZANTE. DO CAMPO PARA A MESA.

Quando entrar em plena operação, o Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre (CMISS) produzirá desde o minério até o fertilizante pronto para o agricultor utilizar. 

Assim, CMISS conta com uma unidade de mineração moderna, construída com  avançada engenharia e licenciada seguindo todas as exigências dos órgãos ambientais responsáveis. A unidade é responsável por retirar a rocha fosfática do solo e beneficiá-la, tornando-a matéria-prima para a produção do fertilizante: o concentrado fosfático. 

A planta química, atualmente em construção e com previsão de entrada em operação em 2020, tem como principal objetivo aumentar a produção de fertilizantes fosfatados e diminuir, desta forma, a importação de matérias-primas utilizadas pelos agricultores brasileiros. Após o término dessa etapa, o Complexo passará pelas fases de pré-operação e pelas operações assistida e comercial.